![O que são termofixos, termoplásticos e elastômeros? [Guia FCC]](https://cdn.prod.website-files.com/63d2b23e54a9e3a01d1b592b/6983a3e4d56679ade7dc888e_termofixos%2C%20termopl%C3%A1sticos%20e%20elast%C3%B4meros%20%5Bblog%20FCC%5D.jpg)
No universo dos polímeros, entender o que são termofixos, termoplásticos e elastômeros é essencial para escolher soluções adequadas em projetos e contratos de fornecimento.
Para isso, elaboramos este guia que apresenta as principais características de cada grupo e suas diferenças. Assim, você poderá solucionar dúvidas sobre o tema a fim de encontrar o polímero que mais se adequa às suas necessidades industriais.
Esses três grupos de polímeros apresentam estruturas e comportamentos distintos, que influenciam desempenho, processabilidade e uso industrial. A seguir, veja as diferenças fundamentais entre eles de forma objetiva.
Termofixos são polímeros que formam uma estrutura reticulada permanente após a cura. Essa rede rígida não se desfaz com calor, gerando estabilidade dimensional e resistência em ambientes severos. Eles suportam altas temperaturas, mas não podem ser remoldados ou reprocessados.
Termoplásticos também são polímeros, mas que amolecem quando aquecidos e endurecem ao resfriar. Esse comportamento reversível facilita a moldagem e produção em alto volume. Eles apresentam boa processabilidade, variedade de propriedades mecânicas e possibilidade de reciclagem, sendo amplamente usados na indústria.
Os elastômeros, por sua vez, são polímeros com alta elasticidade e grande capacidade de deformação. Eles se esticam, torcem ou comprimem e retornam à forma inicial após o esforço. São geralmente macios, flexíveis e com resistência à fadiga.
Agora que já exploramos o conceito desses três polímeros, fica mais fácil diferenciar dois grupos importantes dentro desse universo: elastômeros termofixos e termoplásticos.
A FCC é a mais diversificada produtora de elastômeros termoplásticos da América Latina. Veja detalhes!
Desenvolvemos diferentes famílias de elastômeros termoplásticos para atender a aplicações que exigem elasticidade, produtividade e estabilidade de fornecimento. Confira:
O TR é um elastômero termoplástico flexível e leve, até 40% mais leve que borrachas vulcanizadas. Ele apresenta toque emborrachado, ampla variação de durezas e fácil pigmentação, o que favorece peças com acabamento uniforme. A FCC foi pioneira no desenvolvimento do TR superemborrachado no Brasil, tornando-se referência em qualidade e consistência.
Usos comuns: linha pet, brinquedos e calçados.
O TPE combina elasticidade semelhante à borracha com processabilidade típica dos termoplásticos, oferecendo uma alternativa eficiente à borracha vulcanizada. Ele é valorizado em peças que exigem vedação, flexibilidade, grip ou conforto ao toque.
Usos comuns: seringas, escovas de dentes e eletrodomésticos.
O TPV é formado por EPDM dinamicamente vulcanizado disperso em uma matriz de PP, reunindo elasticidade com processamento típico de termoplásticos. Ele suporta temperaturas elevadas, chegando a cerca de 135°C.
Usos comuns: dutos, coifas e tapetes automotivos, atendendo padrões globais do setor.
O TPU é um termoplástico de poliuretano reconhecido pela combinação de alta elasticidade, transparência e resistência a óleos, graxas e abrasão. Ele reúne flexibilidade e rigidez em equilíbrio, facilitando o processamento e garantindo bom desempenho mecânico.
Usos comuns: rodas de carrinhos, chuteiras e capas de celular.
O ETPU FCC é composto por pellets expandidos expandidas de TPU, oferecendo leveza, amortecimento e elevado retorno de energia. A FCC é pioneira na produção de ETPU nas Américas e está implantando a primeira fábrica dedicada no continente.
Uso comum: tênis esportivos.
As formulações elastoméricas de PVC da FCC apresentam processamento simples, boa pigmentação e acabamento uniforme, além de serem livres de ftalatos. Ele se destaca pela produtividade e estabilidade térmica, atendendo diferentes demandas do setor calçadista.
Usos comuns: chinelos, tênis casuais e bolsas.
Selecionar o polímero adequado exige uma análise técnica objetiva e atenção ao processo produtivo. Esse cuidado evita retrabalhos, reduz riscos de ruptura e ajuda a direcionar a opção mais eficiente para cada aplicação. Confira os pontos essenciais para orientar essa decisão:
Fazer essa avaliação traz clareza, mas cada aplicação possui particularidades que influenciam a escolha final.
Para chegar à especificação ideal, conte com nossa equipe para receber orientação técnica precisa sobre qual elastômero termoplástico atende exatamente às necessidades do seu projeto.